A depressão é uma doença, apesar de muitas pessoas não conseguirem enxergar assim, ( muitas vezes é vista como “frescura“), mas ela pode ser grave e deve ser tratada; pode ter relação com quadros psicológicos, fisiológicos ou genéticos.
Acontece com muito mais frequência do que podemos imaginar.

Existem 3 episódios típicos:
Leve, moderado ou grave, e dentre os sintomas estão – parar de sentir prazer com atividades que antes eram prazerosas, perda de interesse, diminuição da concentração, fadiga, distúrbio do sono e do apetite, diminuição da autoestima e da autoconfiança.
Considera-se que a pessoa esteja com depressão quando apresenta alguns desses sintomas de forma persistente; sentir essas coisas por alguns dias é natural e pode ser apenas um episódio de tristeza.
A depressão é persistente, por isso é perigosa e é fundamental buscar ajuda médica. É uma doença em que perdemos o controle com facilidade, e perdemos para o tratamento também, por isso digo, o diagnóstico precisa ser preciso e rápido.
Atividade física no combate a depressão:
A atividade física é sempre uma ótima aliada para o tratamento, mas na maioria das vezes é preciso ter persistência, por que a pessoa com depressão não quer se expor, não quer se deparar com dificuldades; então procurar o “mais fácil“ é sempre a primeira opção, por isso digo: força de vontade, persistência e ajuda são fundamentais.

Quando uma pessoa está deprimida existe a redução de neurotransmissores responsáveis pela sensação de bem estar, prazer e alegria.
Ë como uma bola de neve. A pessoa não percebe que todos esses sintomas estão ficando maiores e mais frequentes.
Existem medicações que amenizam o quadro e a atividade física é um complemento poderoso, pois libera endorfina – substância responsável pela sensação de prazer, satisfação e alegria.
A prática da atividade física também ajuda na qualidade do sono (quando seu sono é reparador – seu dia a dia acaba sendo mais produtivo), no desempenho das atividades cotidianas (fica mais concentrado e ativo) , deixando o dia a dia mais “leve” (sem parecer que tudo é difícil).

Encontre o que te faz feliz:
É importante buscar uma atividade que dê prazer, quanto mais afinidade tiver, melhor. Por exemplo, se você gosta de dançar, por que não? Assim como se você detesta estar em ambiente fechado, não vá para a sala de musculação, dê preferência a uma atividade ao ar livre. Outra opção é algum tipo de luta ou jogar tênis se, por exemplo, você é uma pessoa competitiva.
Experimentar várias opções é uma ótima estratégias para escolher em qual se sente mais confortável.
Busque também a companhia de uma pessoa que goste de estar perto, quando estamos dividindo a atividade com alguém é mais difícil desmarcar o compromisso e arrumar uma desculpa para não ir.
Não tenha receio de falar das suas dificuldades, fale se não estiver fácil se motivar ou se o horário não estiver te agradando, aliados sempre são bem vindos e vocês estarem alinhados é fundamental.
A atividade física vai te ajudar na autoestima e na autoconfiança com certeza!
